November 2016

fgiroto's picture

Fernando Giroto, Diretor de Secure Issuance da HID Global no Brasil

O equilíbrio entre longevidade e custo é o fator fundamental para a escolha de um material de cartão de identificação, crachá ou para uma solução de impressão de cartão financeiro. Embora o projeto e a tecnologia também sejam uma preocupação, a expectativa de vida do tipo de cartão que você venha a selecionar para o seu próximo projeto também desempenha um papel fundamental e é determinante para alavancar o sucesso a longo prazo.

Um cartão é tão eficaz quanto o material em que é impresso. Afinal, um cartão de plástico com rachaduras ou com camadas separadas, não importa o que realmente é impresso nele, o fato é que ele é inutilizável. O material plástico deve corresponder ao uso pretendido e ao tempo de vida esperado. Escolher o material errado para um projeto pode obrigar uma reedição dos cartões, levando a uma perda em produção e aumento de custos.

A HID Global® oferece uma variedade de materiais duráveis de cartão não tecnológicos para atender a diferentes requisitos de impressão de cartões . O UltraCard é feito de PVC, enquanto o UltraCard Premium utiliza um composto de PVC e poliéster para melhorar a resistência do cartão à luz UV, produtos químicos e abuso físico. Essa solução visa uma maior resistência ao calor, ao frio e à umidade elevada com um tempo de vida esperado de três a oito vezes maior do que um cartão de PVC padrão.

Então, que material é mais adequado? A escolha vai depender dos requisitos do tempo de vida do cartão e da tecnologia de impressão aplicada. Para impressão direta ao cartão (DTC®), os cartões Ultracard são uma excelente escolha para aplicações de curto prazo, como cartões de presente e fidelidade. Para aplicações que exigem maior durabilidade, os cartões UltraCard Premium são a melhor opção.

Para os casos de impressão de transferência térmica, como as impressoras FARGO HDP5000 , HDP5600 , HDPii ou HDP8500 da HID Global, as melhores indicações de material de cartão são UltraCard Premium ou UltraCard PC. Os materiais do cartão adequados também permitirão impressoras de transferência térmica a integrar uma película protetora para maior segurança e permitir a capacidade de impressão borda a borda. Os cartões de PVC não são recomendados para impressoras de transferência porque o calor aplicado durante o processo de retransferência pode fazer com que o cartão se deforme.

O PVC em cartões de plástico padrão é substituído pelo policarbonato no UltraCard da HID. O policarbonato é um material muito mais resistente e de maior durabilidade. Os cartões UltraCard PC também suportam a gravação a laser, o que cria um cartão permanente e inalterável. Se a durabilidade, a longevidade e a segurança reforçada forem os requisitos de cartão mais importantes, a impressão de transferência térmica em cartões PC UltraCard é a principal opção.

Além dos cartões, a HID Global também oferece um revestimento de poliéster PolyGuard® para proteger ainda mais os cartões impressos. Ele está disponível como um patch de laminação de 0,6 ou 1,0 mil ou como um laminado sem resíduos integrado na nova impressora codificadora e laminadora FARGO DTC5500LMX da HID. Os laminados de poliéster melhoram a resistência à abrasão de cartões de plástico e garantem que a qualidade da imagem seja mantida ao longo da vida útil do cartão. Para obter mais informações sobre a linha de produtos da HID, visite nosso site .

rcoradini's picture

Por Rogério Coradini, Diretor Comercial da HID Global no Brasil

Passar por várias provas de autenticação é uma das rotinas em ambiente de trabalho. O controle de acesso, através do uso de crachá ou cartão de identificação, é um exemplo de mecanismo de verificação nas empresas. Fazer login na rede para iniciar ou finalizar o expediente, ou ainda, logar em aplicativos que são usados como ferramenta de tarefa, são outras opções de autenticação muito comum.

Todos esses passos são fundamentais para proteger os ativos de uma companhia. Além de criar um ambiente mais seguro para os usuários e colaboradores, não podem interferir nos resultados. Dentro de um espaço seguro, essas necessidades convergem para uma capacidade de alavancar autenticadores e canais que simplificam o acesso de vários serviços. É possível, entre outras coisas, abrir as portas de escritórios usando smartphones em vez de crachá ou credenciais tradicionais.

O conceito de convergência, aplicado na autenticação de muitos serviços para uma única solução, abre a oportunidade para aumentar a segurança. Existem alguns entraves em ambientes corporativos, como o acesso aos locais somente após a verificação na porta, ou comparar a geo-localização com os planos de viagem quando se tem um acesso corporativo remoto via VPN. E se incorporássemos informações contextuais dos usuários para garantir o acesso sem a exigência de uma prova de autenticação?

Os avanços são importantes para combater o cibercrime, que cresce de forma alarmante. Segundo pesquisa recente da empresa Cybersecurity Ventures, a ameaça cibernética vai custar ao mundo mais de US$ 6 trilhões até 2021, praticamente o dobro do estimado para esse ano. Nos EUA, o custo médio de uma violação de dados é de US$ 4 milhões, de acordo com o estudo realizado pelo Instituto Ponemon. Já no Brasil, o crescimento de tentativa de intrusão, a maioria relacionada à verificação, é de 200 %, conforme dados da Fortinet, que realizou um levantamento sobre o panorama de ameaças virtuais no primeiro semestre de 2016.

Esses diagnósticos comprovam que controle de acesso mais rigoroso representa mais confiança. Com a escala de roubo de credenciais, as senhas sozinhas não são suficientes para proteger os funcionários, muito menos informações e ativos valiosos ligados ao negócio. Mas, mesmo nesse cenário, que buscamos por mais confiabilidade, é perfeitamente possível aumentar o nível de segurança de forma ágil e prática.

Os smartphones e cartões inteligentes são as melhores iniciativas de segurança associada à comodidade. Tecnologias como autenticação mobile oferecem canais adicionais que permitem a confiança necessária entre os colaboradores e os serviços de que necessitam. Uma ferramenta emergente vem das chamadas tecnologias vestíveis. Conhecido como Wearable, o conceito consiste em dispositivos tecnológicos que podem ser usados pelos usuários em peças de roupas, relógios, pulseiras e até eletrodomésticos. Outra solução vem do avanço da biometria que permite, entre outras ações, abrir ou fechar portas através de uma experiência de autenticação.

Confira o vídeo e conheça mais sobre a inciativa de mobilidade da HID Global.
Visite nosso website para saber mais.